segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

e as minhas, mini, mini-férias estão quase no fim...

É verdade!

Tirei dois dias de férias, deste ano corrente para ver se descansava e dormia!
Tenho andado a dormir muito mal, e ando extremamente cansada com o trabalho, mas principalmente com a vida. Não nos preparam quando somos crianças para a árdua tarefa de dominar o mundo de trabalho e o mundo da casa.
Ai! como as vezes tenho vontade de me bater, por não ter seguido os planos que tinha traçado para mim, quando era jovenzinha.
Era tão fácil. Ter a minha casa, sim, mas marido não! Um namorado que me levasse a jantar, ao cinema, a exposições...
Depois, dei por mim, a sonhar com a treta do amor, e de um lar, etc... e não é que acabei por casar? e mais, não satisfeita em tê-lo feito uma vez, acabei por fazê-lo quatro , sim, quatro vezes! É dose, hem?
E se pudesse dizer: E... viveram felizes para sempre!
Qual felicidade qual carapuça!
Na teoria é tudo muito bonito, mas depois na prática é tudo muito diferente. Todos os trabalhos e chatices, sobram para nós.
Ao princípio ainda há aqueles que ajudam ou dão uma mão, mas com o tempo, isso vai passando...
E quando temos por fim um marido que é mais velho, mas que é completamente avesso a tratar do que quer que seja, e nem tenta, então o que dizer ou que fazer?
É mesmo desesperante.
Arranjei uma forma de me poupar um pouco, que é na passagem da roupa a ferro. Houve uma altura em que entregava a roupa para passar e vinham-ma entregar passadinha e colocada em cabides, depois era só trocar pelos meus e ao fim do mês, as contas acertavam-se. Mas com a crise, a maldita crise, está um pouco fora de questão esta cena da sra que passa a roupa a ferro.
Mas não me dou por vencida!
Seco a roupa na máquina, e depois é só dobrar, esticar, e...arrumar!
E está feito, e sobra sempre mais tempo, para aquilo que vale realmente a pena.
Ainda não perdi a esperança, de ter um dia um robot, que eu programe e me faça tudo, mas tudo o que não gosto, e me chateia. Aliás é um sonho que tenho desde pequena.
Sonho muito, aliás, mas é isso que me mantém viva, e mais ou menos sã!
Hoje vou ficar por aqui, a preguiçar, no meu último dia de fim de semana prolongado, num doce não fazer nada especial, porque amanhã, com frio, chuva ou o que quer que seja, voltarei a levantar-me cedo para ir aturar quem não me interessa, ouvir conversas sem interesse, e escutar quem não me apetece...
Hoje é dia de fugir a isso tudo, e fingir que estou num mundo diferente.
Silvya

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